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O pensamento físico no fenômeno da indução

  • Foto do escritor: Ângelo Del Rey
    Ângelo Del Rey
  • 18 de nov. de 2019
  • 1 min de leitura

Após incansáveis tentativas de medir o comportamento magnético de um solenóide,

Faraday desliga seu equipamento, e assim percebeu-se algo que já estava na hipótese do experimentalista mas sem nenhuma comprovação científica: a formação de corrente elétrica no fio do solenóide.

A fim de explicar esse fenômeno, precisamos introduzir a ideia de fluxo. Primeiramente, pensemos como representar os elementos do problema com a forma geométrica mais simples possível, no caso será um cilindro e linhas. Podemos propor uma analogia ao encanamento de água; para um tubo em que se passa água; o fluxo seria a quantidade de água que sai do tubo por um dado tempo. O solenóide é algo como o tubo anterior, onde se passa campo magnético em vez de água. Quando há o desligamento do circuito o fluxo diminui de forma brusca, assim como acontece quando se fecha uma torneira.


Essa variação de fluxo provoca no fio do solenóide a formação de campo elétrico, que é basicamente o que vai "empurrar" os elétrons do material para se moverem de forma ordenada. Esse movimento, é então, a corrente elétrica que apareceu no experimento.


A partir da analogia com outras coisas do mundo físico e da utilização de elementos matemáticos foi possível descrever algo a partir das análises dos efeitos.


 
 
 

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©2019 por Na cabeça de um cientista.

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